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Meu Facebook de todos os dias

Agosto 29, 2012

Quando eu li este texto, ao menos tinha Facebook. E eu até preferia aquela época, sabe. Quando li, pensei: “nossa, o que será que esse Facebook tem, que faz isso com as pessoas?!” rs Tolinha eu, não é mesmo? Mal sabia eu que o real problema não era o Facebook, mas sim os usuários e a forma como eles o utilizam. E hoje eu fui (digo fui, e não sou, porque estou lutando contra isso) um desses usuário desenfreados. Esse texto, foi muito bom para que eu pudesse enxergar os erros que estava cometendo e repará-los com a ajuda da palavra. Aproveito já, para recomendar um texto muito prático, que eu li faz alguns dias, e que me levou a pensar muito neste assunto. O texto fala de como “desviciar” do Facebook. Ele foi traduzido pela Fran , que tem um blog muito fofo e abençoado! É só clicar aqui para ler.

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Texto de Sproul Jr. Original aqui

Não precisamos proteger nossa privacidade. Precisamos, ao contrário, expor nossos pecados à luz, a luz das Escrituras.

Os cristãos devem estar no Facebook? E sobre todas as questões de privacidade que estão no noticiário nestes dias?

Às vezes me pergunto se o diabo não tem grande prazer na ironia, em ver-nos transformando a nós mesmos de dentro para fora, (com a ajuda do facebook) enquanto perdemos o alvo. Embora eu esteja no Facebook e, portanto, pelo menos sustente uma convicção provisória de que isso é permitido aos cristãos, existem algumas razões para levantar algumas preocupações a respeito disso. Privacidade e falta de privacidade, entretanto, seriam provavelmente a última preocupação que eu levantaria. É com o anúncio público e controverso do Facebook a respeito de sua mudança na política de privacidade que, no entanto, muitos cristãos estão preocupados. Como, me pergunto, alguém pode usar uma tecnologia que existe para dizer ao mundo “Estou aqui. Venham me observar” e reclamar que o mundo está vindo observá-lo? É totalmente ilógico expormos nossas vidas, e depois falarmos: Nossa, mas cadê a minha privacidade???

Qualquer pessoa que deseja mais privacidade pode conseguir isso facilmente: Não use o Facebook. Se você já usa, pare. Estamos nos comovendo moralmente por todos os motivos errados. Estamos horrorizados com os proprietários do Facebook por ousarem mudar sua política (o que, lembre-se, a política original apresenta é a decisão pessoal deles), ao invés de nos abalarmos com nós mesmos por implicitamente quebrarmos o oitavo mandamento. Pensamos que, por sermos usuários do Facebook, isso nos torna proprietários do Facebook, e assim exigimos isso ou aquilo de seus proprietários verdadeiros.

Dito isso, aqui estão algumas preocupações muito reais que tenho em relação ao Facebook:

Primeiro: ele se tornou um deus para nós? Quando Deus ordena que não tenhamos outro deus diante dEle, Ele não quer dizer posicionado acima dEle, mas em Sua presença. Se o Facebook tornou-se indispensável para você, ao ponto de não conseguir ficar ao menos três dias sem visualizar suas atualizações, você precisa parar, pois o Facebook tornou-se um deus em sua vida. Você  está pecando!
Segundo: tornou-se uma imagem de escultura? Você confunde a realidade do Facebook com a verdadeira realidade? Você realmente pensa que tem 200 amigos?(chutando muito baixo, comparado ao número de “amigos” que temos em nosso Facebook)
Terceiro: você tem tomado o nome do Senhor em vão? Isto é, você, em momentos de fraqueza, difamou publicamente nosso testemunho cristão? Você está rindo de seus antigos pecados com aquele velho colega da faculdade ou da escola?
Quarto: o Facebook está me dando a paz do Senhor ou me agitando? (E por favor, note a grande diferença entre aquela paz que excede a todo entendimento, que encontramos no Senhor, e a “paz” que recebemos quando alimentamos um hábito ou satisfazemos um vício). Fico tenso se não faço login? Fico mais animado depois que desloguei?
Quinto: estou honrando as autoridades sobre mim? Esposas, vocês estão falhando em honrar seus maridos porque estão muito ocupadas lendo sobre seus amigos? Filhos, vocês estão falhando em honrar seus pais porque estão muito ocupados cutucando?
Sexto: essa tecnologia honra a vida? O cyber-espaço pode ser um deserto inóspito, não porque é cheio de pornografia e jogos de azar, mas porque não é real, porque é gnóstico. Deus nos deu uma vida para gastarmos o nosso precioso tempo com tolices, que nem ao menos são reais? Quando digo que não são reais, é porque existe muita mentira a respeito do que  realmente somos no Facebook.
Sétimo: você está amando seu cônjuge no Facebook? O fluxo de nostalgia de reencontrar amigos há muito perdidos te encoraja a estar insatisfeito? Você está secretamente olhando para aquela antiga namorada? Você já caiu em adultério simplesmente por desejar que pudesse ter dezesseis anos novamente? Ou você não sabe que o Facebook pode facilmente degenerar em pornografia relacional? O poder da pornografia é que você acha que pode ter as alegrias da união sexual sem ter um relacionamento real, com uma pessoa real! O poder do Facebook é a mesma coisa.
Oitavo: você está roubando de seu chefe horas completas de trabalho porque tem um segundo emprego no Farmville ou como chefão do Mafia Wars? Ou simplesmente porque você está desperdiçando suas horas de trabalho descobrindo as últimas novidades da sua rede de “amigos”?
Nono: você está mentindo? Ou seja, o que você mostra no Facebook é o verdadeiro você? Esta tecnologia tem uma capacidade perniciosa tanto de esconder a realidade, quanto de nos levar a pensar que o que estamos mostrando e vendo, é a realidade. Por que nossas atualizações são todas sobre nossas vitórias – acabei de fazer cookies para a família; meu filho acabou de marcar o ponto da vitória; ao invés de nossas falhas? – Acabei de gritar com minha filhinha; Faz cinco minutinhos que desobedeci uma ordem de meus pais; Mantenha atenção particular neste ponto, pois temos a forte tendência de mostrar somente a nossa parte doce, boa, alegre e agradável, ao invés de mostrarmos como REALMENTE somos no dia a dia. Não é uma foto abraçada com meus pais que vai ditar como acato as ordens deles, todos os dias.
Décimo: o Facebook está encorajando o contentamento ou o ressentimento? Você está invejando a quantidade de amigos do seu próximo? Você tem ciúmes de quantos “curtir” há nos posts dele se comparados aos seus? Você está contente com a vida real que está levando quando se afasta do teclado? Não podemos sair da nossa realidade. Quando estamos desgostosos com a vida que levamos, cometemos dois pecados: 1-Não somos agradecidos pelo que temos; 2- Não conseguimos enxergar nossos defeitos, para trabalharmos neles.

Por favor, não interprete mal essa experiência de pequenas reflexões. Suspeito que poderíamos caminhar pelos Dez Mandamentos à luz de nossa igreja e encontrar as mesmas tentações, fora mesmo do Facebook. Isso não significa que você deva ficar longe da igreja. Significa que deveríamos saber que somos grandinhos o bastante para poder identificar O QUE estamos fazendo, e PORQUE estamos fazendo. Comecemos por afirmar que nossos corações não são apenas desesperadamente corruptos, mas enganosos também. Não precisamos proteger nossa privacidade.  Precisamos, ao contrário, expor nossos pecados à luz, à luz da Escritura para que possamos nos arrepender e crer, para que Sua face resplandeça sobre nós.

Obs.: Desculpem-me pela minha tradução falha, pois o meu inglês é péssimo, e os dicionários online não ajudaram muito! haha. Eu modifiquei algumas partes a adicionei algumas outras, com a permissão do autor, ok?! Espero que tenha ajudado em algo, assim como ajudou para mim. Que nossas vidas venham não ter o título deste post, mas sim, o meu relacionamento com Deus de cada dia!

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One Comment leave one →
  1. Setembro 4, 2012 5:47 pm

    Como John Piper disse: “Uma das maiores utilidades do Twitter e do Facebook será provar no último dia que a falta de oração não é por falta de tempo!”. Mas não apenas na parte da oração naum, mas na comunhão com a igreja, na disponibilidade para exercer um ministério cristão tbm.

    Postagem “bença”, retribua a visita pra gente aê:
    http://blogdowaltim.blogspot.com

    Microscopicamente (João 3.30),

    Walter Filho

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